• 18
    SET

          Era um dia como outro qualquer, tinha passado o dia todo brincando e me divertindo com a mamãe; tirei um cochilo a tarde com a chupetinha, tudo normal. Até que a noite a campainha da nossa casa toca, a mamãe foi atender, só ouvi alguém do outro lado chorando, cheguei mais perto e quando vi, quase não acreditei, era um ...

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    Era um dia como outro qualquer, tinha passado o dia todo brincando e me divertindo com a mamãe; tirei um cochilo a tarde com a chupetinha, tudo normal. Até que a noite a campainha da nossa casa toca, a mamãe foi atender, só ouvi alguém do outro lado chorando, cheguei mais perto e quando vi, quase não acreditei, era um leão enorme que estava chorando para a mamãe.
     
    Ela pediu que ele entrasse, então ele começou a contar:
     
    - Desculpe, vim incomodar vocês aqui (buáááá), pois não sei mais o que fazer. Estou desesperado!
     
    Nossa, um leão para ficar desesperado desse jeito só pode ter acontecido algo muito serio mesmo, vou ficar bem quietinha aqui para ouvir tudo bem direitinho.
     
    - Meu bebê leão está muito triste, ele perdeu a chupeta durante o dia, já procuramos por todo lugar e não encontramos...
     
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    - É simples, compre outra Sr. Leão. - Falou a mamãe.
     
    - Esse é o problema, os bebês leões não usam chupeta novas, eles usam chupetas de outras crianças, das crianças que não querem mais usar as suas.
     
    Xiiiii, pensei! - Será que vai sobrar para mim?!
     
    - Mas porque o Senhor veio bater a nossa porta?, aqui não temos chupetas disponíveis.
     
    - Essa já é a vigésima casa que vou, todos dizem a mesma coisa. (Buááááááá...) Não aguento mais ver meu bebê leão chorar. Eu tenho que encontrar uma chupeta para ele...
     
    - É senhor Leão, infelizmente aqui também não temos, entendo seu sofrimento e espero que encontre uma o mais breve.
     
    Nossa, pobrezinho do leão, ele estava chorando muito, e acredito que o bebê leão também, eu já não sou bebê, mas quando era amava muito mais a minha chupeta, não ficava nenhum minutinho sem ela. Agora já estou crescida e não fico muito com ela, uso só quando vou dormir.
     
    - Desculpe atrapalhar vocês e chegar chorando desse jeito aqui, vou indo, não vou desistir até encontrar alguma chupeta em alguma casa.
     
    Quando o leão já estava na porta, quase indo embora, criei coragem e falei:
     
    - Ei senhor leão, volte aqui. Sabe, estava pensando, já sou bem crescida, há tempos deixei de ser bebê,  gosto muito da minha chupeta ainda, confesso, mas acredito que o seu bebê leão precise mais dela do que eu agora.
     
    - Filha você tem certeza disso!?
     
    - Claro mamãe!
     
    Toma Sr. Leão, leve-a para o seu bebê, sua procura acabou!
     
    - Nossa, não tenho nem palavras para expressar minha gratidão a você garotinha. Muito obrigado!
     
    - Não precisa agradecer, agora peça para o bebê leão tomar muito cuidado para não perder mais, é uma missão muito difícil, quase impossível, encontrar uma chupeta que alguma criança não queira mais.
     
    - Eu sei garotinha, vou dar o recado ao meu bebê. Agora vou lá correr para a floresta e acabar de vez com tanto chororô dele.
     
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    - Tchau senhor leão!
     
    - Estou muito orgulhosa de você filha, que coração bondoso.
     
    - Já sou bem crescidinha mamãe, não preciso mais dessa chupeta.
     
    Pois é pessoal, e foi assim que o leão levou minha chupeta para a floresta e nunca mais voltou. Se senti falta? Sim, um pouco. Mas fazer bem ao outro é maravilhoso, e como já falei, sou crescida, não preciso mais dela.
     
    Tchau querida chupeta, foi muito bom estar com você durante esses meus 2 anos e meio, mas agora os tempos são outros, cresci!
     
     

    Minéia Pacheco
     
     
     
     
     
     
     

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    09
    OUT

    Amanda havia ganhado de presente de aniversário uma bela boneca, mas por algum motivo ela não lembrava de brincar com ela. Entre tantos brinquedos, Amanda acaba sempre brincando com os mesmos, e a bela boneca acabava ficando lá sozinha e triste, muito triste.- Buá, buá, buá! – Chorava a bela boneca.- Quem escuto a chorar? – Perguntou uma fada que por perto passava.- Estou triste, muito t ...




    Amanda havia ganhado de presente de aniversário uma bela boneca, mas por algum motivo ela não lembrava de brincar com ela. Entre tantos brinquedos, Amanda acaba sempre brincando com os mesmos, e a bela boneca acabava ficando lá sozinha e triste, muito triste.


    - Buá, buá, buá! – Chorava a bela boneca.

    - Quem escuto a chorar? – Perguntou uma fada que por perto passava.


    - Estou triste, muito triste. Amanda não se lembra de brincar comigo e sempre fico aqui muito sozinha. Não aguento mais!

    E novamente a bela boneca começou a chorar.

    - Calma, calma, muita calma... irei resolver seu problema. – Falou a fada.


    - Mas como você resolverá? Ela tem tantos brinquedos e todos precisam de atenção.


    - É verdade, passam-se anos e anos e não consigo entender porque as crianças têm tantos brinquedos, elas nunca conseguem brincar com todos.

    - E por isso muitos acabam como eu, sozinhos, esquecidos...


    - Verdade, verdade... mas seu problema agora vou resolver, irei te dar vida! Você conseguirá falar com Amanda e juntas tentarão resolver esse problema dos brinquedos que ficam esquecidos.

    - Que maravilha!

    - Agora lembre-se, você terá apenas um dia para resolver tudo, logo o encanto passará e você voltará a ser uma simples boneca.

    - Tudo bem, entendi tudinho...

    - Preparada?

    - Sim!

    - Plic, ploc, pluc, essa bela boneca vai ganhar vida!
      Plic, ploc, pluc, agora e já!!!

    E então a bela boneca ficou animadíssima por ter ganhado vida, correu a procura de Amanda, tinha que ser rápida, pois um dia passaria rápido demais.

    - Amanda, Amanda, AMANDA!!!! Cadê você?

    - Oi? Quem me procura?

    - Sou eu Amanda, sua boneca, que estava esquecida entre seus vários brinquedos.

    - O quê? Será que estou sonhando?

    E então a bela boneca beliscou-a e ela gritou:

    - Aí!

    - Pronto, agora você sabe que não é um sonho.


    - E o que você quer comigo?

    - Estava muito triste entre seus brinquedos, chorava todo dia porque você não se lembrava de brincar comigo, até que uma bondosa fada teve piedade de mim e me deu vida para poder vim aqui e falar para você tudo o que sinto, e assim, tentar resolver esse problema.


    - Ah, que vergonha! Fico muito triste em saber que te esqueci. Desculpe-me boneca, não foi por mal. São tantos brinquedos...

    - Eu sei, eu sei que você não fez por mal... você tem bom coração, todos seus brinquedos sabem disso.

    Amanda abriu um sorriso e ficou feliz ao ouvir aquele elogio.

    - Mas Amanda, falou a boneca, temos que resolver esse problema, você não precisa de tantos brinquedos, é muito exagero.


    - São presentes que ganhei. Tenho muito carinho por eles.

    - Mas os brinquedos foram feitos para brincar e não para serem esquecidos pelo quarto.


    - Eu sei, mas não tenho tempo de brincar com todos.


    - E você tem um costume muito feio de brincar sempre com os mesmos! – Reclamou a boneca.

    Amanda ficou envergonhada.


    - Boneca, mas como podemos resolver esse problema? – Perguntou Amanda.

    - Temos que achar alguma solução!

    E as duas ficaram por horas e horas pensando em alguma solução, até que Amanda tem uma brilhante ideia!


    - Já sei, já sei!!! – Ela gritou eufórica.


    - Me conte, que ideia você teve? – Perguntou a boneca.

    - Aqui perto da minha casa existe um orfanato.

    A boneca ficou pensativa e perguntou:

    - O que é um orfanato?

    - Orfanato é uma casa onde abrigam órfãos e crianças abandonadas. Eles precisam de muitos brinquedos, irei doar alguns dos meus para eles, ficarão muito felizes, disso tenho certeza.

    - Que ideia brilhante Amanda. Faça isso, como já falei, brinquedos foram feitos para brincar e não para ficarem guardados e esquecidos.

    E um sino começa a tocar...

    Dim, dom, dim, dom...

    - Ah não! – Lamenta a bela boneca. Chegou minha hora, terei que voltar a ser uma bela boneca esquecida.


    - Mas já!? Você acabou de chegar! – Reclamou Amanda.

    - A fada me deu apenas um dia e ele acaba de acabar.

    - Obrigada pela ajuda bela boneca, você foi maravilhosa.

    - Faça tudo que combinamos. – Aconselhou a boneca.

    - Farei sim...

    E então, a bela boneca voltou a ser uma boneca normal.

    A fada chegou e perguntou:

    - E então bela boneca, deu tempo resolver tudo?

    - Deu sim fada, muito obrigada. Eu e Amanda tivemos uma solução maravilhosa e ela doará alguns dos seus brinquedos para o orfanato.

    - Perfeito, perfeito!!! Ideia brilhante!!!

    E então Amanda começou a colocar os brinquedos para doação em uma enorme caixa, o último brinquedo que ela pegou foi a caixa com a bela boneca, ela olhou bem aquela boneca, tirou-a da caixa, deu-lhe um super abraço, um beijo bem estalado e a colocou em cima da sua cama e falou:


    - Agora seremos amigas inseparáveis, minha bela boneca...

    E a bela boneca?

    - Estava radiante de tanta felicidade, nunca mais se sentiria sozinha, NUNCA!


    Autora: Minéia Pacheco



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    Em parceria com o ilustrador Lucas Otto Evangelista Klotz

    a partir de agora, cada novo conto publicado haverá também a sua

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    17
    SET

    Estava muito quente naquele dia, as flores do jardim não sabiam mais o que fazer para se protegerem daquele sol incrivelmente forte, muitos passarinhos tentavam ajuda-las levando em seus bicos pequenas gotas de água para tentar saciar a sede que elas sentiam, mas não estava adiantando muito, as pobres florzinhas, de uma em uma iam desmaiando de sede, de calor e de falta de sombra.- O que podemo ...




    Estava muito quente naquele dia, as flores do jardim não sabiam mais o que fazer para se protegerem daquele sol incrivelmente forte, muitos passarinhos tentavam ajuda-las levando em seus bicos pequenas gotas de água para tentar saciar a sede que elas sentiam, mas não estava adiantando muito, as pobres florzinhas, de uma em uma iam desmaiando de sede, de calor e de falta de sombra.

    - O que podemos fazer para ajuda-las?  - Perguntou o beija-flor.

    - Tudo o que estava ao nosso alcance fizemos, nossos pequenos demais para trazer água suficiente para saciar a sede das flores. – Falou a borboleta.

    - Mas temos que fazer mais, elas vão morrer de não beberem água! Vamos agora mesmo falar com o sol. – Falou o beija-flor.

    - Falar com o sol? Ninguém fala com o sol! – Disse a borboleta.

    - Mas nós iremos agora mesmo.

    O beija-flor voou o mais rápido que pôde em direção ao sol e a borboleta seguiu atrás dele.

    - Sol, sol! – Gritou o beija-flor.

    - Quem me chama?  - Respondeu o sol.

    - Somos nós, o beija-flor e a borboleta. Queríamos te pedir um favorzinho...

    - Que favorzinho seria esse?

    - Precisamos que você não aqueça tanto a terra, nossas amigas flores estão muito secas por sua causa.

    - Ôh pequeno beija-flor, muito bonito da sua parte vim até aqui pedir minha ajuda para salvar suas amigas flores, mas nada posso fazer, vá procurar as nuvens, quem sabe elas podem te ajudar.

    O beija-flor e a borboleta se despediram do sol e foram atrás de alguma nuvem pelo céu, mas estava muito difícil, o céu estava lindamente azul sem nenhuma nuvenzinha branca.

    - Beija- flor, falou a borboleta, vi logo cedo umas nuvens se formando no céu, se voarmos mais um pouco, acho que podemos encontrá-las.

    E eles voaram, voaram muito pelo céu... até que encontraram muito longe do jardim das flores umas nuvens um pouco cinzas.

    - Olá nuvens, falou o beija-flor, precisamos da ajuda de vocês.

    - Em que podemos lhes ajudar? - Falaram as nuvens.

    - Em um jardim, não muito longe daqui, existem lindas flores que estão morrendo de sede e calor por conta do sol forte que esta fazendo por lá, já fomos pedir para o sol nos ajudar, mas ele falou que não poderia fazer nada e que nós procurássemos vocês.

    - Pequeno beija-flor e pequena borboleta muito bonita a atitude de vocês tentando ajudar as lindas flores do jardim. Estávamos nos preparando para chover aqui neste lugar, mas vocês chegaram mesmo na hora em que nossas primeiras gotas iriam cair.

    - Será que essas gotinhas de chuva não poderiam cair bem em cima do nosso jardim? – Perguntou a borboleta.

    As nuvens se entreolharam e falaram:

    - Ótima ideia borboleta!

    O beija-flor e a borboleta estavam felizes demais, saíram voando radiantes e as nuvens o seguiam logo atrás. Ao chegarem ao jardim, ficaram desesperados, pois todas as flores estavam murchas, caídas e quase sem vida.

    As nuvens não pensaram duas vezes e começaram a deixar cair os primeiros pingos de chuva naquele jardim, sobre as belas flores. Assim que os pingos caiam sobre as flores, elas iam criando forças, reagindo, levantando e voltando ao normal. O beija-flor e a borboleta deram um grande abraço de alegria.

    - Suas lindas flores voltaram ao normal, mas lembrem-se que elas precisam receber água todos os dias. – Falaram as nuvens.

    - Mas com esse sol fortíssimo é muito complicado elas receberam água todos os dias. – Falou a borboleta.

    - Não reclame do sol amiga borboleta, ele é muito importante também para a formação da chuva.

    - Mas como? – Perguntaram os dois de uma só vez.

    - A água que fica na terra, quando é aquecida pelo sol, evapora e se transforma em vapor de água, este vapor de água se mistura com o ar e, como é mais leve, começa a subir, formando nuvens como nós, e quando ficamos pesadas demais desse vapor de água, essa água acaba caindo formando a chuva.

    - Então foi por isso que o sol pediu para irmos atrás de vocês.

    - Claro que sim, o sol é muito esperto!

    - Na natureza tudo tem um por que, e isso é fantástico! – Falou a borboleta.

    - Claro que sim borboleta, cada coisinha na terra foi planejada perfeitamente pelo Grande Criador, Ele pensou em tudo, por isso, devemos amar o sol, a chuva, o calor, o frio, tudo tem um por que. – Falaram as nuvens.

    - Agora que sabemos como a chuva se forma, iremos ficar sempre de olho em nuvens como vocês pelo céu e pedir para sempre que possível deixar algumas gotinhas de chuva aqui, em nosso jardim. – Falou o Beija-flor.

    As florzinhas que estavam radiantes, felizes, belas e cheirosas como nunca começam a cantar uma linda canção e todos no jardim agradeceram por mais um dia de sol, de chuva, pela natureza e por fazerem parte deste universo maravilhoso chamado terra.

    - Não sabemos o que seria de nós sem a ajuda de vocês queridos amigos beija-flor e borboleta. – Falaram as flores.

    - Não precisa agradecer flores, faríamos tudo novamente se preciso fosse, devemos sempre ajudar uns aos outros. – Falou o beija-flor.

    - Verdade, ajudar sempre! – Falou a borboleta.


    E aquele não foi um dia como outro qualquer naquele jardim, foi um dia repleto de ensinamento, alegria, solidariedade, amizade e principalmente muito amor. E que dias assim, sempre possam existir pelos jardins da vida!

    Autora Minéia Pacheco




    ATENÇÃO

    Tenho recebido vários e-mails diários com solicitações de contos, desculpem, mas não estou conseguindo respondê-los e nem enviá-los. Meu tempo anda muito curto desde que minha filha nasceu. Por esse motivo, temporariamente não estarei enviando-os.


    Agradeço a compreensão!


    Minéia Pacheco



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  • 04
    DEZ

          Junior e Carol estavam eufóricos, pois enfim iriam montar a árvore de natal da família. Eles amavam essa época do ano, amavam enfeitar a árvore e vê-la piscar com suas lindas luzes brilhantes, ficavam encantados!   - Natal é uma época tão mágica não é Junior?   - É sim Carol, ...

     
     
     
    Junior e Carol estavam eufóricos, pois enfim iriam montar a árvore de natal da família. Eles amavam essa época do ano, amavam enfeitar a árvore e vê-la piscar com suas lindas luzes brilhantes, ficavam encantados!
     
    - Natal é uma época tão mágica não é Junior?
     
    - É sim Carol, sinto as pessoas bem mais felizes!
     
    - Muitos dizem que Natal também é tempo de pensar no próximo, de ajudar quem mais precisa.
     
    - Verdade Carol e tive uma ideia. Vamos fazer algo diferente neste Natal?
     
    - Claro, mas... O quê?
     
    - Vamos juntar nossas economias e comprar presentes e doar ao orfanato que fica aqui na nossa rua.
     
    - Que ideia genial, vamos fazer isso logo depois que terminarmos de montar a árvore.
     
    Carol e Junior terminaram de montar a árvore de Natal, pegaram suas economias, correram para o magazine mais próximo da cada deles e compraram alguns presentinhos, não muitos, mas o suficiente para fazerem algumas crianças mais felizes.
     
    Voltaram para casa e colocaram os presentes em baixo da árvore de Natal, pois só entregariam na noite natalina, mas a ansiedade já estava enorme:
     
    - Será que as crianças vão gostar Carol?
     
    - Claro que sim Junior, elas irão amar!
     
    Quando a mãe deles chegou em casa, viu a árvore montada e repleta de presentinhos e perguntou:
     
    - De onde saíram esses presentes?
     
    - Compramos mamãe. – Falou Carol.
     
    - Vamos dar as crianças que moram no orfanato aqui perto de casa. – Falou Junior.
     
    - Pegamos nossas economias e fomos no magazine aqui perto. – Falou Carol.
     
    - Porque no Natal devemos pensar naqueles que mais precisam. – Falou Júnior.
     
    A mãe nada falou, estava emocionada demais, pois seus filhos, tão pequeninos, já entendiam o verdadeiro significado do Natal, como não amá-los mais ainda?!
     
    Baixou-se, abriu os braços, os chamou para um forte abraço e falou:
     
    - O verdadeiro sentido do Natal é esse, fazer o bem ao próximo, fazer o bem para quem mais precisa. Obrigada por serem esses filhos tão maravilhosos, amo vocês!
     
    Júnior e Carol estavam felizes, sentiam a alegria dentro do coração, sentiam a verdadeira magia do Natal, pois é bem mais feliz quem dá, do que quem recebe!
     
     
     
    Autora Minéia Pacheco

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    MINÉIA PACHECO
    Escritora



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    PARA PENSAR

    Ah, como é importante para a formação de qualquer criança ouvir muitas, muitas histórias... Escutá-las é o início da aprendizagem para ser um leitor, e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo...
    (Fanny Abramovich)





    Copiar essas ideias sem a permissão do autor é crime, pois isso configura uma forma de roubo e roubar ideias é plágio, e plágio é crime. Art. 184 – Código Penal

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