• 18
    DEZ

      - Olha mamãe, aquela estrela a brilhar no céu, olha como ela brilha diferente das outras. - É verdade filho, que brilho intenso. - Nunca vi uma estrela brilhar assim... - Nem eu filho, que linda! Nando e sua mãe ficaram admirando a linda estrela que brilhava intensamente no céu por muito tempo ainda. Eles queriam muito saber porque aquela estrela brilhav ...

     

    - Olha mamãe, aquela estrela a brilhar no céu, olha como ela brilha diferente das outras.

    - É verdade filho, que brilho intenso.

    - Nunca vi uma estrela brilhar assim...

    - Nem eu filho, que linda!

    Nando e sua mãe ficaram admirando a linda estrela que brilhava intensamente no céu por muito tempo ainda. Eles queriam muito saber porque aquela estrela brilhava de uma forma tão diferente das demais, algo que eles nunca tinham percebido antes.

    Até que depois de um bom tempo a observar, passou uma senhora e falou com eles:

    - Admirados com a estrela?

    - Sim, muito! – Nando respondeu.

    - Ela é a estrela do natal, só aparece uma vez ao ano.

    - Estrela do natal!? – Nando e sua mãe questionaram surpresos.

    - Sim, claro! Toda noite de natal ela aparece lá no céu, para nos avisar que o filho de Deus nasceu no meio de nós.

    - Não, mas isso aconteceu a muito tempo. Não existe mais essa estrela nos dias atuais. – Falou a mãe de Nando.

    - Mas é claro que existe! Todo ano ela está lá, como sempre esteve. Ela vem para nos mostrar que o menino Jesus nasceu no meio de nós e para nunca esquecermos o quanto Ele nos ama!

    - Nossa, não sabia disso! – Falou Nando.

    - Há muito tempo atrás essa mesma estrela guiou os três reis magos para o lugar onde Jesus havia nascido, hoje em dia a estrela do natal vem com o objetivo de nos fazer entender que nunca devemos esquecer de que o renascimento de Jesus acontece todos os anos.

    - Que momento mágico! – Falou a mãe de Nando.

    - É sim, muito mágico! Sintam a magia desta época, apreciem a estrela de natal e nunca esqueçam que ela existe para nos mostrar que todo ano Ele renasce no meio de nós e que a esperança nunca deve deixar de existir em nossos corações.

    - Obrigada senhora por nos ensinar tudo isso e por encher nosso coração de amor e esperança. – Falou Nando.

    - Que a estrela do Natal nunca deixe de brilhar no céu, e principalmente, que ela nunca deixe de brilhar durante todo ano no coração de cada um de nós. Um feliz natal!

    E juntos, os três, se abraçaram, olharam a estrela a brilhar no céu e agradeceram imensamente por ela renovar todo ano a esperança com o renascimento de Jesus!

     

     

    Autora Minéia Pacheco.

     




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    29
    MAR

      - Nossa, nem acredito que a Páscoa enfim está chegando! - Falou Carlinhos.   - Também estou louquinho que chegue logo! - Falou Débora.   Eram cinco amigos que moravam na mesma rua, todos os dias se encontravam na praça próxima a casa deles para brincar, conversar e se divertir muito juntos. Tinham a mesma idade, mas não o mesmo pe ...



     
    - Nossa, nem acredito que a Páscoa enfim está chegando! - Falou Carlinhos.
     
    - Também estou louquinho que chegue logo! - Falou Débora.
     
    Eram cinco amigos que moravam na mesma rua, todos os dias se encontravam na praça próxima a casa deles para brincar, conversar e se divertir muito juntos. Tinham a mesma idade, mas não o mesmo pensamento. Dentre todos Aninha se destacava, pois ela sempre pensava diferente dos outros, não concordava com muitas coisas que ouvia seus amigos falar. E ao ouvir Carlinhos e Débora falando sobre a chegada da Páscoa ela perguntou:
     
    - Por que vocês estão tão animados com a chegada da Páscoa?
     
    - Lá vem você novamente Aninha! - Falou Joaquim.
     
    - Só fiz uma pergunta! - Ela falou.
     
    - É claro que estamos felizes por conta dos deliciosos ovos de Páscoa que já ganhamos e que iremos ganhar ainda. - Falou Ricardo.
     
    - Ganhei um enorme este ano dos meus pais... Humm, não vejo a hora de abri-lo. - Falou Débora.
     
    - Este ano ganhei ovos da Páscoa de vários tios, dos meus avós, nem tenho onde colocar mais ovos, a casa está lotada! - Falou Carlinhos.
     
    - Imaginei que vocês estavam animados com a Páscoa só por conta dos ovos de chocolate. Quanto consumismo em uma data dedicada para rezarmos e pensarmos em nossos defeitos, nossas falhas e tentar sermos melhores e ajudar nosso próximo, pois é isso que agrada a Deus. Não essa ganância por ovos de chocolate!
     
    - Por acaso você não ganhou nenhum ovinho de Páscoa Aninha? - Perguntou Débora.
     
    - Ganhei sim!
     
    - Ahhh, e está nos criticando por quê? - Perguntou Ricardo.
     
    - Ganhei ovos da Páscoa sim, mas não é sobre isso que quero falar. Não há problemas em ganhar ovos da páscoa ou comê-los. Mas infelizmente muitas crianças, como vocês, ficam felizes com a chegada da Páscoa só para ganhar e comer ovos de chocolate.  A Páscoa é muito mais que isso, ela nos faz relembrar a morte e ressurreição de Jesus Cristo.
     
    - Mas nós sabemos disso! - Falou Joaquim.
     
    - Sabem? Mas agem como se não soubessem!
     
    - O que devemos fazer então? - Perguntou Débora.
     
    - Devemos falar menos de chocolates e mais de Jesus. Devemos pensar menos em nós e mais no próximo. Ganhei muito ovos de Páscoa esse ano assim como vocês, mas escolhi um para mim e darei os outros para quem não ganhará nenhum. Aqui mesmo nesta praça sei de várias crianças que nem sonham em ganhar algum ovo da páscoa.
     
    - Realmente, você está certa e irei fazer isso também! - Falou Joaquim.
     
    - Eu também farei, perto da minha casa tem uma senhora que mora sozinha há um bom tempo, irei lá presenteá-la com um dos ovos de chocolate que ganhei, acredito que ela ficará feliz. - Falou Carlinhos.
     
    - Quando vou à missa com meus pais sempre encontro um garotinho lá, ele é de uma família muito humilde, darei um ovo de chocolate para ele, com certeza a sua Páscoa será mais feliz e doce. - Falou Ricardo.
     
    - Obrigada por abrir nossos olhos, nossos corações e nos fazer perceber que a Páscoa não é só chocolates, é se redescobrir e fazer o bem para nosso próximo. - Falou Débora.
     
    - Fico feliz em ver que tenham aprendido meus amigos, e que essas nossas atitudes não sejam apenas em datas comemorativas, que elas durem para sempre, porque fazer o bem para o nosso próximo, para aqueles que realmente precisam de nós é a forma mais fácil de sermos felizes também.
     
    E aquela turminha aprendeu que a Páscoa, muito antes de ovos de chocolates é a passagem da morte e ressurreição de Jesus Cristo, e que Ele passou por tudo isso para nosso bem, pensando em nós! E nada mais justo do que fazer a mesma coisa pelo próximo, amando-o como Jesus nos amou e ama muito!
     
     
    Uma maravilhosa e abençoada Páscoa para você!
     
     
    Autora Minéia Pacheco



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    04
    DEZ

          Junior e Carol estavam eufóricos, pois enfim iriam montar a árvore de natal da família. Eles amavam essa época do ano, amavam enfeitar a árvore e vê-la piscar com suas lindas luzes brilhantes, ficavam encantados!   - Natal é uma época tão mágica não é Junior?   - É sim Carol, ...

     
     
     
    Junior e Carol estavam eufóricos, pois enfim iriam montar a árvore de natal da família. Eles amavam essa época do ano, amavam enfeitar a árvore e vê-la piscar com suas lindas luzes brilhantes, ficavam encantados!
     
    - Natal é uma época tão mágica não é Junior?
     
    - É sim Carol, sinto as pessoas bem mais felizes!
     
    - Muitos dizem que Natal também é tempo de pensar no próximo, de ajudar quem mais precisa.
     
    - Verdade Carol e tive uma ideia. Vamos fazer algo diferente neste Natal?
     
    - Claro, mas... O quê?
     
    - Vamos juntar nossas economias e comprar presentes e doar ao orfanato que fica aqui na nossa rua.
     
    - Que ideia genial, vamos fazer isso logo depois que terminarmos de montar a árvore.
     
    Carol e Junior terminaram de montar a árvore de Natal, pegaram suas economias, correram para o magazine mais próximo da cada deles e compraram alguns presentinhos, não muitos, mas o suficiente para fazerem algumas crianças mais felizes.
     
    Voltaram para casa e colocaram os presentes em baixo da árvore de Natal, pois só entregariam na noite natalina, mas a ansiedade já estava enorme:
     
    - Será que as crianças vão gostar Carol?
     
    - Claro que sim Junior, elas irão amar!
     
    Quando a mãe deles chegou em casa, viu a árvore montada e repleta de presentinhos e perguntou:
     
    - De onde saíram esses presentes?
     
    - Compramos mamãe. – Falou Carol.
     
    - Vamos dar as crianças que moram no orfanato aqui perto de casa. – Falou Junior.
     
    - Pegamos nossas economias e fomos no magazine aqui perto. – Falou Carol.
     
    - Porque no Natal devemos pensar naqueles que mais precisam. – Falou Júnior.
     
    A mãe nada falou, estava emocionada demais, pois seus filhos, tão pequeninos, já entendiam o verdadeiro significado do Natal, como não amá-los mais ainda?!
     
    Baixou-se, abriu os braços, os chamou para um forte abraço e falou:
     
    - O verdadeiro sentido do Natal é esse, fazer o bem ao próximo, fazer o bem para quem mais precisa. Obrigada por serem esses filhos tão maravilhosos, amo vocês!
     
    Júnior e Carol estavam felizes, sentiam a alegria dentro do coração, sentiam a verdadeira magia do Natal, pois é bem mais feliz quem dá, do que quem recebe!
     
     
     
    Autora Minéia Pacheco



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  • 26
    JUL

    Dona Salete era uma vovozinha maravilhosa e todos a amavam muito. Brincava com os netinhos, contava várias histórias para eles e fazia deliciosos bolinhos de cenoura. Todos gostavam demais! - Vovó faz bolinho de cenoura e nos conta mais uma história? – Falou Zezé. - Claro que sim Zezé. Vou fazer agora mesmo! Vovó Salete n&atild ...



    Dona Salete era uma vovozinha maravilhosa e todos a amavam muito. Brincava com os netinhos, contava várias histórias para eles e fazia deliciosos bolinhos de cenoura. Todos gostavam demais!


    - Vovó faz bolinho de cenoura e nos conta mais uma história? – Falou Zezé.


    - Claro que sim Zezé. Vou fazer agora mesmo!


    Vovó Salete não conseguia falar NÃO aos seus netinhos, tudo que eles pediam ela fazia, poderia estar cansada, doente, mas nunca dizia NÃO para eles.


    Enquanto ela foi à cozinha, Laura, uma de suas netinhas, chamou os demais irmãos e falou:


    - Vocês sabem que hoje é o dia da vovó?


    - Não. – Todos responderam.


    - Já imaginava que vocês não tivessem lembrado, por isso passei em uma floricultura e comprei algumas flores para podermos presentear a vovó, ela ficará muito feliz!


    - Que ideia genial Laura, com certeza a vovó ficará muito feliz e ela merece MUITO essa nossa demonstração de carinho. – Falou René.


    - Também quero participar dessa festa posso? – Falou o papai.


    - E eu também! – Falou a mamãe. Afinal além de ótima avó ela é uma excelente mãe!


    Enquanto a vovó Salete terminava de fazer o bolo, todos se organizaram para homenageá-la. Quando enfim o bolo saiu do forno e ela foi a sala chamar Zezé para comer o bolo, ficou surpresa ao ver todos seus netinhos, seu genro e filha reunidos na sala, cada um segurando uma flor e falando ao mesmo tempo:


    - Um feliz dia da vovó a nossa querida vovó Salete!


    Seus olhos encheram-se de lágrimas, correu e abraçou cada um. Estava feliz... Muito feliz!


    - Minha maior alegria é ter vocês sempre por perto, muito obrigada!

     

    E você criança, já deu um super abraço e um maravilhoso beijo na sua vovó hoje?

     

    26 DE JULHO... DIA DA VOVÓ!

     

    Autora Minéia Pacheco

     




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    11
    JUN

        Pedrinho andava distraído, pensativo, rindo à toa. Passava horas observando o céu, as estrelas e o brilho da lua. Brincava com as borboletas do jardim, parecia que vivia em outro mundo. Não queria mais saber dos vídeos games, computadores e nem do futebol com os amigos.   Algo diferente estava acontecendo com ele!   Quando se aproximava ...



     
     
    Pedrinho andava distraído, pensativo, rindo à toa. Passava horas observando o céu, as estrelas e o brilho da lua. Brincava com as borboletas do jardim, parecia que vivia em outro mundo. Não queria mais saber dos vídeos games, computadores e nem do futebol com os amigos.
     
    Algo diferente estava acontecendo com ele!
     
    Quando se aproximava das cinco da tarde, Pedrinho largava tudo que estava fazendo e corria para a calçada da sua casa. Só para poder ver um grupo de meninas que sempre passava por lá naquele mesmo horário. Ficava lá esperando...  Quanto mais o tempo se aproxima, mais ele ficava eufórico e com o coração agitado!  
     
    Dentre as meninas do grupo, tinha uma em especial que sempre falava:
     
    - Oi Pedrinho!
     
    E ele respondia:
     
    - Oi Renatinha!
     
    E depois desse pequeno diálogo Pedrinho ficava lá, sentado na calçada, com o coração agitado e as pernas bambas a vendo ir. E com um leve suspiro falava:
     
    - Como ela é linda!
     
    Pedrinho ficava todo bobo em poder trocar um simples “oi” com aquela menina. Depois de vê-la, ele corria para casa e torcia para que as horas passassem rápido, que o dia seguinte chegasse logo, para poder vê-la novamente e novamente poder falar “oi”.
     
    Ficava na janela do quarto pensando nela e perdia a noção do tempo...
     
    Tinha certeza de que ela era seu primeiro amor, pois nunca havia sentido isso antes por ninguém.
     
    Até quando essa “paixonite” iria durar? Ele não sabia e nem queria saber, queria curtir seu primeiro amor, queria poder sentir seu coração acelerar e as pernas bambas ficar, o primeiro amor é algo mágico!
     
    E no dia seguinte à s cinco da tarde, lá estava Pedrinho sentado na calçada da sua casa esperando Renatinha passar:
     
    - Oi Pedrinho!
     
    - Oi Renatinha!
     
    E quanto ela passava, ele dava um leve suspiro e entrava.
     
     
    Autora Minéia Pacheco
     



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    12
    ABR

      Na tribo sempre era chamado para resolver os problemas mais complicados, era respeitado, era amado e tratado como um rei. Era assim a vida do pequeno índio, o Tupã.   Certo dia, um problema muito sério aconteceu, homens brancos haviam invadido a aldeia e todos foram pedir socorro ao Tupã. Ele de princípio não soube o que fazer.   - Hom ...


     

    Na tribo sempre era chamado para resolver os problemas mais complicados, era respeitado, era amado e tratado como um rei. Era assim a vida do pequeno índio, o Tupã.
     
    Certo dia, um problema muito sério aconteceu, homens brancos haviam invadido a aldeia e todos foram pedir socorro ao Tupã. Ele de princípio não soube o que fazer.
     
    - Homens brancos na aldeia? O que querem? O que faço? - Pensou.
     
    Pediu para que todos os índios pegassem seus arcos e flechas e ficassem de alerta, pois se precisasse os chamaria.
     
    Tupã foi ao encontro dos homens brancos e perguntou:
     
    - O que procuram em minha tribo?
     
    Os homens ficaram com medo, e quase saíram dali correndo, porém um deles falou:
     
    - Queremos conhecer como é a rotina em uma tribo indígena.
     
    Tupã não gostou do que ouviu e tentou expulsá-los da tribo. Os demais índios olhavam tudo de longe, e a cada minuto crescia ainda mais a admiração deles por Tupã.
     
    - Como ele é corajoso! - Falavam.
     
    Tupã foi abençoando com vários dons e entre eles estava à bondade, ele sentiu pena dos homens brancos, percebeu que no fundo eles eram pessoas boas e permitiu a presença deles durante uma semana da tribo. E esta foi a melhor entre os índios e os brancos, pois eles viveram em paz, respeitando e aprendendo muito uns com os outros.
     
    E é assim que sempre deve ser...

    Autora Minéia Pacheco



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