• 29
    MAI

            Numa linda escola, em um lugar muito distante estudava Victor, um menino que não gostava de livros, isso mesmo, ele não gostava de ler histórias, ouvi-las e nem de ver as lindas ilustrações que eles tinham. Não vivia as incríveis aventuras que existiam nos livros. Todos seus amigos acham estranho e se perguntavam:   ...


     
     
     
     
    Numa linda escola, em um lugar muito distante estudava Victor, um menino que não gostava de livros, isso mesmo, ele não gostava de ler histórias, ouvi-las e nem de ver as lindas ilustrações que eles tinham. Não vivia as incríveis aventuras que existiam nos livros. Todos seus amigos acham estranho e se perguntavam:
     
    - Como é possível uma criança não gostar de livros?
     
    Todo dia na escola tinha a hora da leitura, enquanto seus amigos esperavam ansiosamente esse momento chegar, ele pedia para sair da sala, não queria ouvir nada. A professora respeita e não o obrigava a ficar.
     
    Porém, certo dia, ela resolveu ter uma conversa muito séria com Victor:
     
    - Victor, queria te fazer uma perguntinha.
     
    - Pode fazer professora.
     
    - Seus pais costumam ler livros em casa?
     
    - Não professora, eles não gostam de livros e sempre me falam que ler é uma grande chatice.
     
    A professora ficou horrorizada com a resposta de Victor. Havia descoberto o porquê da falta de interesse dele pelos livros, pois os filhos seguem o exemplo dos pais, e os pais de Victor eram um péssimo exemplo para ele.   
     
    Então ela teve uma brilhante ideia!
     
    - Victor, você alguma vez já abriu algum livro?
     
    - Não professora.
     
    - Então o que você acha de todos os dias nos encontrarmos aqui na sala dos professores para conhecermos melhor os livros, poderíamos ler alguns?
     
    - Não acho uma boa ideia.
     
    - Você só pode falar se gosta ou não de algo se conhecer, então, o que acha?
     
    - Não custa nada tentar! Quando começaremos?
     
    - Hoje mesmo...
     
    Então a professora correu para sua sala e pegou um de seus livros infantis, escolheu um que sempre fazia muito sucesso com as crianças, e começou a apresentar as ilustrações a Victor e leu um pedacinho da história, enquanto lia, percebeu o encantamento dele. Quando ela parou de ler, ele falou:
     
    - Nossa professora o que foi isso que vivi agora?
     
    - Você viveu uma incrível aventura ao ouvir essa história, e é isso que as histórias nos fazem viver, aventuras imaginárias incríveis!
     
    - Nossa professora, se todas as vezes que for ler sentir o que senti agora... Posso afirmar que AMO LIVROS!
     
    A professora não cabia em si de tanta felicidade, sua grande ideia havia dado certo.
     
    O tempo passou e Victor se tornou um de seus melhores leitores em sala de aula, toda semana pegava um livro novo na biblioteca da escola e essa sua paixão pela leitura contagiou até seus pais, que passaram a ler livros e mudaram de ideia não achando a leitura uma chatice e sim uma porta para grandes descobertas!
     
    E a vida de Victor passou de preto e branco para colorida, pois a leitura nos dá cor e alegria!
     
     
     
     
    Autora Minéia Pacheco

     




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    17
    ABR

      Yago chegou entusiasmado em casa depois da escola, correu para seu quarto e ficou horas observando sua estante de livros. Sua professora da escola pediu para que cada aluno trouxesse, no dia seguinte, o seu livro preferido para falar sobre ele aos colegas da sala.   Ele Olhou, olhou...   “Qual deles escolho?” – Pensou.   “Escolhe-me Yago, pois sou se ...


     

    Yago chegou entusiasmado em casa depois da escola, correu para seu quarto e ficou horas observando sua estante de livros. Sua professora da escola pediu para que cada aluno trouxesse, no dia seguinte, o seu livro preferido para falar sobre ele aos colegas da sala.
     

    Ele Olhou, olhou...

     

    “Qual deles escolho?” – Pensou.

     

    “Escolhe-me Yago, pois sou seu livro preferido, você sempre me pega para ler.” – Falou um dos livros.

     

    Ele ficou surpreso... “Quem está falando?” – Perguntou.

     

    “Sou eu, teu livro preferido de aventuras!”

     

    “Nossa, não sabia que livros falavam!”

     

    “Claro que falamos, sempre e a todo o momento, ou você nunca nos leu?”

     

    “Leio vocês sempre, pois amo ler!”

     

    “Ao nos ler, estamos falando com você através da história!”

     

    “Que legal... Nunca pensei nisso antes.”

     

    “E então, vai me levar para sua escola amanhã?”

     

    “Ainda não sei, gosto muito de te ler, isso é verdade, mas tenho tantos outros livros legais. E se eles ficarem com raiva, não quero magoar quem me faz tão bem.”

     

    “Você não nos magoará Yago, você nos faz feliz, sabemos o quanto somos queridos por você e o quanto essa escolha está sendo difícil.” – Falaram os demais livros.

     

    “Vocês são demais, é por isso que não largo meus queridos livros. Então... Vou te levar meu livro de aventuras, e juntos, contaremos nossas aventuras aos meus colegas da escola.”

     

    E no dia seguinte Yago saiu de casa para ir a escola com seu querido livro de aventuras para apresentar aos amigos. O livro também estava radiante de felicidade, pois iria conhecer crianças novas. Será que gostariam dele tanto quanto Yago gostava? Ele esperava que sim!
     

    Autora Minéia Pacheco
     

     



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    12
    ABR

      Na tribo sempre era chamado para resolver os problemas mais complicados, era respeitado, era amado e tratado como um rei. Era assim a vida do pequeno índio, o Tupã.   Certo dia, um problema muito sério aconteceu, homens brancos haviam invadido a aldeia e todos foram pedir socorro ao Tupã. Ele de princípio não soube o que fazer.   - Hom ...


     

    Na tribo sempre era chamado para resolver os problemas mais complicados, era respeitado, era amado e tratado como um rei. Era assim a vida do pequeno índio, o Tupã.
     
    Certo dia, um problema muito sério aconteceu, homens brancos haviam invadido a aldeia e todos foram pedir socorro ao Tupã. Ele de princípio não soube o que fazer.
     
    - Homens brancos na aldeia? O que querem? O que faço? - Pensou.
     
    Pediu para que todos os índios pegassem seus arcos e flechas e ficassem de alerta, pois se precisasse os chamaria.
     
    Tupã foi ao encontro dos homens brancos e perguntou:
     
    - O que procuram em minha tribo?
     
    Os homens ficaram com medo, e quase saíram dali correndo, porém um deles falou:
     
    - Queremos conhecer como é a rotina em uma tribo indígena.
     
    Tupã não gostou do que ouviu e tentou expulsá-los da tribo. Os demais índios olhavam tudo de longe, e a cada minuto crescia ainda mais a admiração deles por Tupã.
     
    - Como ele é corajoso! - Falavam.
     
    Tupã foi abençoando com vários dons e entre eles estava à bondade, ele sentiu pena dos homens brancos, percebeu que no fundo eles eram pessoas boas e permitiu a presença deles durante uma semana da tribo. E esta foi a melhor entre os índios e os brancos, pois eles viveram em paz, respeitando e aprendendo muito uns com os outros.
     
    E é assim que sempre deve ser...

    Autora Minéia Pacheco



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  • 19
    ABR

        Acauã, um Valente Indiozinho!   Na aldeia ele era sempre o primeiro a querer participar das caçadas pela floresta, não temia nada e era o orgulho da sua tribo. Gostava de ser índio, gostava de defender seu povo!   Já fazia alguns dias que a tribo indígena estava com muito medo de um feroz leão que cercava a alde ...

     

      Acauã, um Valente Indiozinho!

     

    Na aldeia ele era sempre o primeiro a querer participar das caçadas pela floresta, não temia nada e era o orgulho da sua tribo. Gostava de ser índio, gostava de defender seu povo!

     

    Já fazia alguns dias que a tribo indígena estava com muito medo de um feroz leão que cercava a aldeia, não conseguiam nem dormir com tanto medo de serem atacados pelo leão, as crianças viviam chorando e o povo da tribo já estava até pensando em sair daquele local e procurar outra aldeia para morarem.

     

    Mas Acauã falou:

     

    - Não se preocupem! Vou agora mesmo atrás desse leão, ele não ferirá ninguém, confiem em mim!

     

    E então ele partiu em busca do leão, passou várias noites e vários dias a procura e nada de encontrá-lo, quando já estava desistindo ouviu de longe uns ruídos e foi atrás para saber o que era. Quando chegou mais perto viu o leão deitado no chão e chorando de dor.

     

    - O que ouve com você feroz leão? – Perguntou Acauã.

     

    - Um espinho enorme entrou em minha pata e não consigo mais andar. Será que você poderia me ajudar? Tentei procurar ajuda, mas todos têm muito medo de mim.

     

    - Claro que irei te ajudar, agora irá doer um pouco. Você terá que ser forte, pois irei puxar de uma vez, certo?

     

    - Tudo bem, quero me livrar o quanto antes dessa dor terrível!

     

    Acauã puxou o enorme espinho que estava na pata do leão. Ele deu um forte rugido que foi ouvido até na aldeia. Lá os demais índios ficaram muitos preocupados e se perguntando se Acauã estaria bem.

     

    - Estou livre desse espinho, que bom! Você foi muito valente indiozinho, o que posso fazer para agradecer sua ajuda?

     

    - Gostaria que você conhecesse minha aldeia e se tornasse amigo dos demais índios que vivem por lá.

     

    - Sério?!

     

    - Claro que sim, todos lá têm muito medo de você e quero que eles percam esse medo bobo, pois sei que você não nos faria mal algum.

     

    - Agradeço sua confiança e irei sim!

     

    Quando os demais índios viram de longe Acauã chegando com o enorme leão ficaram apavorados e correndo de um lado para o outro com medo de serem atacados.

     

    - Não tenham medo, ele é nosso amigo e veio em paz! – Falou Acauã. Ele só estava rondando nossa aldeia porque estava precisando de alguém que o ajudasse a tirar um enorme espinho que estava em sua pata. Eu já o ajudei e o trouxe aqui para que vocês perdessem esse medo bobo dele. O leão é nosso amigo!

     

    E o povo da aldeia gritou:

     

    - VIVA ACAUÃ! VIA NOSSO VALENTE INDIOZINHO!

     

    Depois desse dia o leão passou a viver também na aldeia, fez vários amigos e viveram felizes, tudo graças ao valente indiozinho!

     

    MINÉIA PACHECO

    www.mineiapacheco.com.br

     




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    • Oi Minéia,linda historinha!!!!
      Que bom que Acauã ajudou o leão e mostrou pros habitantes da aldeia que não precisavam ter medo!!
      Bjs do Neno

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    • Que linda homenagem do dia do índio!
      Beijo
      Adri

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    • Olá Minéia,
      Adorei sua visita ao meu blog. Só faltou o seu rostinho entre os meus seguidores. Deixa uma fotinho prá mim?
      Sua homenagem ao Dia do Índio é uma excelente mensagem para lembrar-nos de nossos primeiros habitantes deste país.
      Um beijão,
      Maria Paraguassu.

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    • Minéia
      Vou sortear um livro em comemoração aos 2 anos do meu blog, como forma de divulgação colocarei 4 livros de blogueiras amigas para o ganhador escolher um, o seu está entre eles, pode ser?


      Bjs
      Mah

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    • Minéia que histórinha mais graciosa de amizade e superação. Semana que vem vou trabalhar mais com as crianças o tema dos índios, vou contar sua histórinha com certeza e bolar alguma atividade em cima dela. Depois te conto... Hoje só cantei com eles e brincamos de indiozinhos com cocar... Eu é que agradeço poder levar suas histórias tão lindas e educativas para os meus pequenos. Desejo a você, seu pequeno e família uma Páscoa muito feliz. Celebrem a VIDA sempre! Beijos no coração! Su...

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    • Que linda história super importante e por lei trabalhar a cultura indígena na escola, ams hoje foi tão corido que só pude cantar musiquinha. Alice veio pintada , mas nem fiz foto pois já tava borrada eu só volto a noite veja as novidades, bjssssssssss

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    Copiar essas ideias sem a permissão do autor é crime, pois isso configura uma forma de roubo e roubar ideias é plágio, e plágio é crime. Art. 184 – Código Penal

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