• 11
    MAR

     Imagem encontrada AQUI!Gata era uma lagartinha muito mimada, seus pais sempre faziam seus gostos desde pequenina, ela não se preocupava com nada, tinha tudo em suas mãos sempre!- Filha, um dia quando virar borboleta, você irá atrás das próprias comidas e irá se virar sozinha. -Falou a mãe- Mas não quero virar borboleta.- Não é uma questão de querer virar ou não, faz parte da sua nat ...

     Imagem encontrada AQUI!


    Gata era uma lagartinha muito mimada, seus pais sempre faziam seus gostos desde pequenina, ela não se preocupava com nada, tinha tudo em suas mãos sempre!

    - Filha, um dia quando virar borboleta, você irá atrás das próprias comidas e irá se virar sozinha. -Falou a mãe

    - Mas não quero virar borboleta.

    - Não é uma questão de querer virar ou não, faz parte da sua natureza e isso ninguém pode mudar. - Falou o pai.

    -Gosto tanto de ser lagarta, porque tenho que virar uma chata borboleta, não quero!

    Gata passou a ficar triste e de muito mau humor, não respeitava mais seus pais e quando ia brincar com os amigos sempre saia na briga com eles.

    Seus pais andavam observando seu comportamento e perceberam que os grandes culpados disso tudo eram eles mesmo, pois sempre faziam a vontade dela, e agora que não podiam dar a ela o que queria, estava agindo dessa forma.

    - Vamos ter que falar seriamente com ela. – Falou a mãe ao pai.

    Quando naquele mesmo dia Gata entrou em casa, encontrou seus pais sentados a sua espera:

    - Aconteceu alguma coisa? Vocês estão tão sérios! – Perguntou Gata.

    - Claro que aconteceu, estamos muito tristes com seu atual comportamento. Não é assim que queremos te ver! – Falou a mãe.

    - Se eu não virar borboleta ficarei boazinha novamente.

    - Querida, nós não mandamos na natureza, foi ela que te fez assim e assim será nada pode mudar! – Falou o pai.

    - Mas não quero ficar longe de vocês. Não quero sair por aí voando, não quero!

    Então ela começou a chorar...

    Chorou muito e correu para eu quarto e de lá demorou muito a sair, seus pais não a incomodaram, pois em eu quarto tinha comida o suficiente e eles sentiam que ela estava bem e a deixaram por lá, sozinha por alguns dias.

    Já preocupada a mãe resolveu entrar e qual não foi sua surpresa ao ver sua pequena Gata dentro de um casulo, estava se transformando, se transformando em uma linda borboleta!

    O tempo passou... Enfim o casulo começou a mexer, Gata saiu de dentro dele e em uma linda borboleta havia se transformado, estava linda!

    - Nossa filha, que linda borboleta você se transformou!

    - O quê? Virei borboleta? Não vou mais sair de casa, nunca mais, que vergonha estou de mim.

    E novamente começou a chorar.

    - Não chore filha, a maioria dos seus amigos também viraram borboletas, alguns já estão voando por aí, outros ainda estão em seus casulos. – Falou o pai.

    - O que será de mim agora?

    - Vá voar pela floresta, você verá que ter virado uma borboleta não foi tão ruim assim. Muitas vezes complicamos demais as coisas e depois descobrimos que elas não eram tão terríveis assim, vá experimente, tente, voe! – Falou a mãe.

    - Tudo bem, vou tentar!

    E Gata deu seus primeiros voos pelo céu, de princípio quis recuar, voltar, entrar em seu quarto para nunca mais sair, mas então encontrou com alguns amigos livres a brincar no céu, foi ao encontro deles e se sentiu livre, se sentiu bem e até feliz.

    Percebeu que ter virado uma borboleta não foi algo tão terrível assim, agora ela poderia comer melhor, ser mais independente e responsável por sua própria vida. Percebeu que havia se entristecido em vão e que ter virado borboleta foi a melhor coisa que já poderia ter lhe acontecido.

    - Muitas vezes complicamos tanto por medo do novo, mas depois descobrimos que o novo é que é o lado bom da vida! – Falou a mãe.

    E Gata agora só queria saber de voar, voar, voar...


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    Autora: Minéia Pacheco



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    • Olá, Paula,

      Me envie seu e-mail que te encaminho este conto.

      Att, Minéia Pacheco

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    • olá! Minéia me chamo Paula Barros, sou de Belém do Pará e tenho um grupo de teatro chamado Engrenagem, e estamos num novo processo, que será uma contação de histórias em co-relação com objetos cênicos de maneira lúdica, que consiste no estudo dos objetos e espaço, e na minha pesquisa de histórias gostei muito da Gata, a lagarta que não queria virar borboleta, sendo assim gostaria de saber se você me permite utilizar seu texto? e claro se a resposta for positiva passarei para você todas as informações sobre o processo de construção da minha cena. Desde já agradeço

      RESPOSTA





    • olá Minéia sou Paula Barros, tenho um grupo de teatro e estava a procura de um texto infantil para uma contação de histórias teatral que consiste na relação com objetos, que irão desenvolver a história juntamente com o conto, e gostei muito da Gata, a lagarta que não queria virar borboleta, então gostaria de saber se você autoriza a utilização do seu texto para o meu monólogo? desde já agradeço e aguardo uma resposta.

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    • Minéia, linda história! Melhor é ser borboleta porque ela voa!
      Bjs
      Pedrinho

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    • Gata estava com medo de crescer, mas enfim descobriu como foi bom poder voar.LINDA!!! bjs, tudo de bom,chica

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    • Parabéns! Adoro seus contos, leio para meu filhote sempre que posso. Beijos. Saudades.

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    16
    FEV

      Ana Clara andava triste pelos cantos da casa, desde que seu irmãozinho nasceu sua mamãe só tinha tempo para ele, e ela não estava gostando nada disso.   Sempre que pedia para a mamãe lhe ajudar a comer, a mãe logo falava:    - Tenho que dar a comida ao seu irmão, coma sozinha, pois você já sabe e seu irmã ...

    Fonte da imagem AQUI!
     
    Ana Clara andava triste pelos cantos da casa, desde que seu irmãozinho nasceu sua mamãe só tinha tempo para ele, e ela não estava gostando nada disso.
     
    Sempre que pedia para a mamãe lhe ajudar a comer, a mãe logo falava:
     
     - Tenho que dar a comida ao seu irmão, coma sozinha, pois você já sabe e seu irmão não.
     
    Sempre que pedia para a mamãe ajuda-la a tomar banho, a mãe logo falava:
     
    - Não posso agora, tenho que dar banho no seu irmão.
     
    Sempre que pedia para sua mamãe brincar com ela, a mãe logo falava:
     
    - Não posso, seu irmãozinho tem que dormir.
     
    Ela sempre sonhou em ter um irmãozinho, mas depois que ele nasceu sua vida havia se tornado um pesadelo, e por isso, Ana Clara mudou de comportamento. Não era mais a garotinha doce, delicada e sorridente de antes. Por qualquer coisa chorava, fazia birra e gritava. E diante de seu atual comportamento sua mãe resolveu conversar com ela.
     
    - Filha, o que está havendo com você?
     
    - Não quero mais um irmãozinho!
     
    - Não fale isso filha, você era louquinha para ter um irmãozinho, por que isso agora?
     
    - A senhora só tem tempo para ele agora. E eu? Onde fico nessa história? Ninguém tem tempo para mim.
     
    - Mas filha, seu irmãozinho é um bebezinho, não sabe falar, comer, ir ao banheiro, não sabe fazer nada sozinho e eu tenho que ajuda-lo, assim como ajudei você quando era pequenina também.
     
    - Mas eu também preciso da senhora, dos seus carinhos.
     
    - Sei que ando sem tempo de estar com você filha, mas isso não quer dizer que eu te ame menos, amo os dois igualmente, o problema é que neste momento seu irmãozinho esta precisando mais de mim do que você. Tive uma ideia!
     
    -Qual?
     
    - Você vai me ajudar a cuidar do seu irmãozinho, só assim entenderás tudo que te falo.
     
    E daquele dia em diante Ana Clara também começou a ajudar a mamãe e passou mais tempo com seu irmãozinho. Colocava-o para dormir, dava mamadeira, trocava roupinha... E ela foi descobrindo que cuidar de um bebezinho realmente não era nada fácil e tomava muito tempo.
     
    - Sabe mamãe agora compreendo o quanto é difícil tomar conta de um bebezinho e o quanto ele toma nosso tempo, me desculpe por ter sido tão egoísta e mimada.
     
    - Que bom que você compreendeu filha, mas também quero te pedir desculpas por não ter te dado a atenção que você merece, vou tentar estar mais presente.
     
    - Obrigada mamãe, agora me deixe coloca-lo para dormir. Ele é tão indefeso, é tão pequenino, é tão lindo e nunca mais falarei que não queria um irmãozinho, pois ele foi o melhor presente que a senhora e o papai já me deram.
     
    - Que lindo filha, tenho certeza que quando ele crescer vocês serão grandes amigos.
     
    - Com certeza mamãe. Agora, não conte a ele desse ciúme bobo que tive, certo?
     
    (risos)
     
    - Claro que não, esse será nosso segredinho.
     
    - Obrigada mamãe!
     
    - Te Amo filha!
     

    Autora: Minéia Pacheco



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    08
    JUL

       AQUI!         Carlinhos contava as horas para ficar de férias e assim poder ficar mais tempo com seu melhor amigo, seu cachorro Tom. Já tinha tudo organizado, iriam brincar muito, passear, ir à praia... Fazer tudo isso juntinhos.   - Nada melhor do que passar as férias com meu melhor amigo, meu cachorrinho Tom. - Falava Carlinhos ...

     
    Fonte da imagem AQUI!
     
     
     
     
    Carlinhos contava as horas para ficar de férias e assim poder ficar mais tempo com seu melhor amigo, seu cachorro Tom. Já tinha tudo organizado, iriam brincar muito, passear, ir à praia... Fazer tudo isso juntinhos.
     
    - Nada melhor do que passar as férias com meu melhor amigo, meu cachorrinho Tom. - Falava Carlinhos.
     
    E enfim elas chegaram, Carlinhos estava de férias, chegou em casa eufórico louquinho para brincar com seu melhor amigo, mas antes de chegar perto de Tom seu pai lhe chamou:
     
    - Carlinhos venha aqui!
     
    - Oi papai.
     
    - Eu e sua mãe temos uma surpresa para você! 
     
    - Qual é papai?
     
    - Essas férias serão diferentes, pois também estou de férias e vamos todos viajar!
     
    - O quê?
     
    - Isso mesmo que você ouviu vamos viajar de avião, curtir muito nossas merecidas férias.
     
    - E meu melhor amigo Tom?
     
    - Não se preocupe eu e sua mãe já pensamos em tudo, ele ficará com sua tia Karina enquanto estivermos fora.
     
    - Mas papai, já tinha programado minhas férias ao lado de Tom. Não quero me separar dele.
     
    - Filho serão algumas semanas, logo vocês estarão juntos novamente.
     
    Carlinhos foi ao encontro de Tom para se despedirem:
     
    - Meu amigão, infelizmente meus planos foram por água abaixo, mas não fique triste, pois logo estarei de volta e iremos brincar muito juntinhos... Eu prometo!
     
    E então Carlinhos partiu e Tom foi para a casa da tia Karina.
     
    Passaram-se três semanas e enfim Carlinhos voltou, com uma enorme saudade de Tom, correu para casa da sua tia e o encontrou tristinho num canto da casa e perguntou:
     
    - Tia o que houve com ele?
     
    - Desde que você viajou ele ficou tristinho pelos cantos, mal comeu, não quis saber se passear comigo e muito menos de brincar, sempre desanimado pelos cantos.
     
    - Ah, meu amigão, eu voltei, voltei para brincar muito com você... Anime-se!
     
    E como num passe de mágica Tom deu um forte latino e lambeu seu grande amigo. Toda tristeza havia passado, pois seu amigo estava de volta!
     
    A tia ficou olhando admirada, que linda amizade eles tinham... Quanto amor!
     
    Ainda faltavam duas semanas para as aulas de Carlinhos recomeçarem, e ele aproveitou ao máximo a companhia de seu amigão, brincaram muito e fizeram valer a pena cada minutinho juntos.
     
    E nunca mais Carlinhos se separou de Tom, viajavam juntos e tudo que faziam eram juntos, tristeza nunca mais surgiu entre eles... E a amizade a cada dia crescia mais!
     
    E quem disse que entre um garotinho e um lindo cachorrinho não pode existir amizade verdadeira?
     
    É claro que existe! A mais verdadeira, a mais pura!
     
     
     

    Autora Minéia Pacheco



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  • 08
    OUT

      - Filho, o dia das crianças já está chegando e até agora você não nos falou o que deseja ganhar. - Falou a mãe.   - Verdade filho, nos fale para comprarmos logo. - Falou o pai.   - Vou pensar em algo! - Falou Adriel.   - Pense rápido, pois à noite quando voltarmos para casa queremos saber! - Falou o pai.   - ...


     
    - Filho, o dia das crianças já está chegando e até agora você não nos falou o que deseja ganhar. - Falou a mãe.
     
    - Verdade filho, nos fale para comprarmos logo. - Falou o pai.
     
    - Vou pensar em algo! - Falou Adriel.
     
    - Pense rápido, pois à noite quando voltarmos para casa queremos saber! - Falou o pai.
     
    - Tudo bem. - Falou Adriel.
     
    Os pais saíram, como fazem todo dia e Adriel ficou num cantinho pensando:
     
    - O que quero ganhar no dia das crianças?
     
    Foi à cozinha conversar com Carminha, a ajudante da casa. Carminha para Adriel, era considerada como alguém da família, pois desde que ele era bebezinho ela cuidava dele quando os pais saiam para trabalhar. Os tempos não mudaram, os pais continuavam saindo logo cedo para trabalhar e voltando tarde da noite. Mas, ele nunca reclamou, pois seus pais apesar da ausência, sempre faziam seu gosto lhe dando tudo que pedia.
     
    - Carminha, o que peço de presente pelo dia das crianças aos meus pais?
     
    - Não sei Adriel, é muito difícil dá algum presente para quem já tem tudo!
     
    - Verdade, tenho tudo mesmo...
     
    - Estou percebendo você um pouco triste. O que ouve?
     
    - É que eu tenho tudo que toda criança gostaria de ter e não sou feliz, por quê?
     
    - Talvez porque a verdadeira felicidade não esteja nas coisas. Você sente falta de algo?
     
    - Claro, gostaria de ter mais carinho dos meus pais. Eles são legais, me dão tudo que peço, mas não me dão beijos, abraços... Sinto muita falta disso!
     
    - Então descobrimos o que você está precisando ganhar... Beijos e abraços dos pais! Diga a eles hoje à noite quando eles voltarem do trabalho.
     
    - Direi!
     
    À noite, quando os pais de Adriel chegaram, ele correu ao encontro deles e disse que já sabia o que queria ganhar no dia das crianças.
     
    - Certo filho, mas primeiro vamos jantar que estamos com fome. - Falou a mãe.
     
    Depois do jantar, Adriel tentou falar com os pais:
     
    - Posso falar agora?
     
    - Calma filho, me deixe assistir o jornal primeiro. - Falou o pai.
     
    E o tempo foi passando, Adriel já estava cansado de esperar e resolveu ir dormir. 
     
    Quando já estava subindo as escadas para ir ao quarto, o pai o chamou:
     
    - Vem filho, estamos prontos para ouvir! - Falou a mãe.
     
    - Bem, neste dia das crianças o que quero ganhar de vocês é muitos beijos e abraços!
     
    Os pais se entreolharam:
     
    - Que brincadeira é essa? - Falou o pai.
     
    - Não é brincadeira papai, é verdade. Quero muito ganhar beijos e abraços de vocês. Hoje conversando com Carminha percebi que tenho tudo que toda criança sempre sonhou, mas não sou feliz. Essas coisas, só elas, não trazem felicidade, preciso do carinho, atenção e amor de vocês também. E preciso que vocês demonstrem isso não me dando presentes e mais presentes, e sim, com beijos, abraços e frases tipo EU TE AMO. Preciso disso neste dia das crianças, preciso disso durante toda minha vida!
     
    Neste momento, os pais de Adriel não conseguiram mais esconder as lágrimas e choraram muito, abraçaram o filho e lhe pediram desculpas, muitas desculpas. Eles pensavam que lhe enchendo de presentes, poderiam disfarçar a ausência, e que tudo ficaria bem, porém nada é mais importante que uma demonstração de carinho, um beijo carinhoso, um abraço apertado e um sincero EU TE AMO, essas são coisas que dinheiro nenhum compra e que quanto mais se dá, mais amor em troca terá!
     
    Então, a partir daquele dia, Adriel era a criança mais abraçada, beijada, e amada do mundo e quando perguntavam se agora ele era feliz, ele respondia:
     
    - Agora descobrir onde a verdadeira felicidade se encontra!
     
     
     
    Autora Minéia Pacheco
     
     
     



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    • Olá, querida Minéia
      Aproveito uma folguinha e encontro uma gostosura de post bem de acordo com o que estou a viver por aqui...
      Como é bom o presente da presença!!!
      Bjs de paz

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    • Chorei aqui.
      Pois é minha querida Minéia, presentes materiais não é tudo mesmo.
      Graças a Deus meus filhos ganham de mim, sempre, muitos abraços e beijos.
      Outra coisa que aqui em casa não falta é o "Eu te amo", de mim pra eles, e deles pra mim.
      Posso dizer que sou abençoada com os meus três filhos.
      Nunca os enchi de presentes, pois não tinha condições, mas de amor, sempre, sempre.

      Beijos com carinho.

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    • Que saibamos dignificar o amor sempre.
      Cadinho RoCo

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    • Mineia,vim reler seu lindo conto e desejar felicidades pelo nosso dia!...rss...bjs,

      RESPOSTA





    • Que delícia, Minéia!!!
      Vim desejar um feliz dia das crianças.
      Beijos
      Chris
      http://inventandocomamamae.blogspot.com.br/

      RESPOSTA





    • Olá Sandra,

      Muito obrigada pela visita e comentário. Fiquei muito feliz em saber que gostou do conto!
      Volte sempre... Beijos!

      RESPOSTA





    • Que lindo, Minéia, fiquei com lágrimas nos olhos! Te conheci no blog da Elaine, gostei muito do comentário que fizeste em uma postagem e vim conhecer o teu blog e te seguir. Teu blog é muito fofo e lindo, parabéns!
      Um grande abraço!

      RESPOSTA





    • Minéia, que bela lição de amor! Criança quer atenção, carinho e amor!
      Com carinho
      Pedro e Amara

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    • Mineia,que lindeza de historia!Me arrepiou aqui,menina!Linda lição de amor!Bjs e meu carinho!

      RESPOSTA





    • Linda lição nessa história e as crianças, muito mais que brinquedos e tantos presentes, precisam de carinho!! beijos,chica

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