• 01
    NOV

      Lá na cidade grande, entre prédios enormes, carros passam pelas ruas apressadamente, as pessoas não andam, elas correm pelas ruas; nesta cidade nada pacata, viviam Seu Ratão e Dona Ratinha, um casal de ratinhos que nunca se adaptaram aos movimentos e as loucuras da cidade grande.   - Ratão meu querido, não aguento mais as loucuras dessa cidade, ...

     

    Lá na cidade grande, entre prédios enormes, carros passam pelas ruas apressadamente, as pessoas não andam, elas correm pelas ruas; nesta cidade nada pacata, viviam Seu Ratão e Dona Ratinha, um casal de ratinhos que nunca se adaptaram aos movimentos e as loucuras da cidade grande.

     

    - Ratão meu querido, não aguento mais as loucuras dessa cidade, não aguento mais ouvir tanto barulho das buzinas dos carros, das pessoas falando; não quero mais viver na cidade grande. Como vamos criar nossos filhinhos aqui nesta loucura?

     

    - Ouwn Ratinha, minha querida, não aguento mais também. Não é um ambiente assim que desejo criar nossos filhinhos.

     

     - Vamos embora ratão, vamos arrumar nossas malas e partir para viver no sítio, na cidade pequena, onde moram nossos primos. Vamos?

     

    - Mas ratinha, o caminho até lá é tão perigoso, precisaremos andar por essas ruas da cidade grande, e para nós que somos ratinhos tão pequeninos, é bem provável que não consigamos sobreviver e chegarmos vivos ao sítio.

     

    - Lá vem você e seus medos bobos! Se nós não estamos satisfeitos em morar nesta cidade tão grande, tão barulhenta e tão perigosa, o que nos impede de seguirmos viajem e irmos morar em um lugar tranquilo, cheio de paz, onde poderemos ter nossos ratinhos para que eles cresçam em um lugar seguro e tranquilo?

     

    - Eu tenho medo, muito medo de ser devorado por algum gato, de ser pego por alguma ratoeira...

     

    - Não, não, Ratão. Não precisa ter medo de nada! Juntos conseguiremos, vamos agora mesmo organizar nossa mudança, pois em alguns dias chegaremos no sítio.

     

    - Mas Ratinha...

     

    - Está decidido, vamos embora agora!

     

    Seu Ratão, mesmo com tanto medo em seguir viagem, apoiou a decisão da Dona Ratinha e foi ajudá-la a organizar a mudança. Passaram a noite embalando tudo, e no dia seguinte, bem cedinho, seguiram viagem...

     

    - Ratinha, você está certa disso? Não está nem um pouquinho com medo?

     

    - Não Ratão, não tenho medo, estamos juntos, temos que enfrentar nossos medos para conseguir alcançar o que tanto desejamos.

     

    - Você está certa minha Ratinha, sou o Ratão mais feliz do mundo por ter uma esposa como você.

     

    Deram um beijinho e seguiram para a estação de trem...

     

    Eram tantas pessoas nas ruas, tantos carros, tantas buzinas e toques de celulares que Seu Ratão e Dona Ratinha quase enlouqueceram, tentaram cortar caminho e entraram em uma ruazinha estreita e escura, mas silenciosa.

     

    - Ufa! Enfim um pouco de tranquilidade! (Falou dona Ratinha)

     

    Continuaram andando pela rua estreita e escura, e observaram alguns pontos de luz, foram andando, até que perceberam que aqueles pontos de luz eram os olhos de alguns gatos que brilhavam no escuro. Dona Ratinha ficou bastante assustada e não conseguia mais andar, Seu Ratão vendo-a com tanto medo, precisou ser forte, pegou na mão da Dona Ratinha e continuou andando...

     

    - Olhem bem o que temos aqui, hoje não passaremos fome! – Falou um dos gatos.

     

    Seu Ratão e Dona Ratinha tremiam com tanto medo.

     

    - Devem ser uma delícia, humm! – Falou o outro gato.

     

    Seu Ratão e Dona Ratinha não sabiam o que fazer, será que aquele seria o fim deles?

     

    Então eles se abraçaram e começaram a chorar, os gatos avançaram sobre eles e acabaram batendo a cabeça um no outro e caindo desmaiados no chão. Seu Ratão e Dona Ratinha não acreditaram no que tinha acontecido, mas antes que os gatos acordassem do desmaio eles resolveram correr, correram o mais rápido que puderam, até que enfim, chegaram à estação e conseguiram subir no trem que já estava de partida.

     

    Lá, já sentados, começaram a pensar no que tinha acontecido e riram muito, que sorte a deles! Os gatos que apareceram pelo caminho eram muito atrapalhados.

     

    - Que aventura acabamos de viver minha Ratinha.

     

    - Nem me fale Ratão, nunca tive tanto medo na vida.

     

    - Também tive muito medo, mas vencemos e estamos vivos, viva!

     

    Cansados de tantas aventuras, dormiram. Quando acordaram já haviam chegado ao sítio.

     

    - Nossa! Que lugar lindo, tranquilo e cheio de paz. – Falou Dona Ratinha.

     

    - Lindo mesmo, estou tão feliz, tão feliz!

     

    Seu Ratão e Dona Ratinha começaram a dançar, a cantar e a rirem muito, pois a felicidade deles era muito barulhenta.

     

    - Ah, minha Ratinha o que seria de mim sem seus incentivos, nunca conseguiria viver coisas novas, com tantos medos que existiam em mim.

     

    - Ah, meu Ratão! eu também tive muitos medos, mas a vontade de mudar foi maior que eles. E hoje estamos aqui, no lugar que sempre sonhamos estar, com lindas aventuras vividas e muitas histórias para contar.

     

    O tempo passou, Seu Ratão e Dona Ratinha logo se adaptaram a pequena cidade, o sítio era um lugar maravilhoso e logo tiveram muitos filhinhos que nasceram em um lugar silencioso, tranquilo e calmo. E a história que os filhinhos mais gostavam de ouvir os papais contarem, era a de dois ratinhos pequeninos, medrosos, que estavam tão decididos a viverem em um lugar diferente que enfrentaram até dois gatos gigantes, pois quando se quer realmente conquistar algo, não existe medo que seja maior do que o desejo verdadeiro!

     

    MINÉIA PACHECO

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    02
    OUT

    Canta para mim mamãe! Naquela manhã de maio, Nina acordou um pouco desanimada, não queria sair da cama, queria passar o dia debaixo da coberta. Sua mãe já havia lhe chamado para o desjejum, mas ela não deu importância ao chamado, não estava disposta. - Nina! Venha logo, você vai se atrasar para a aula e eu para o trabalho. – Falo ...

    Canta para mim mamãe!

     

    Naquela manhã de maio, Nina acordou um pouco desanimada, não queria sair da cama, queria passar o dia debaixo da coberta. Sua mãe já havia lhe chamado para o desjejum, mas ela não deu importância ao chamado, não estava disposta.

     

    - Nina! Venha logo, você vai se atrasar para a aula e eu para o trabalho. – Falou a mãe.

     

    Mas Nina não tinha forças para falar e da cama não saiu.

     

    Sua mãe já preocupada com o atraso da filha, correu para o quarto dela e estranhou em vê-la ainda deitada na cama.

     

    - Mas filha, o que aconteceu com você hoje que ainda não levantou dessa cama?

     

    - Não sei mamãe, ela respondeu, não estou me sentido bem.

     

    A mãe tocou a testa da filha e se espantou!

     

      - Nossa Nina, você está muito quente! Vou ligar agora mesmo para o seu pediatra e pedir que ele receite algum remédio.

     

                Pouco tempo depois a mamãe chegou com o remédio, deu a Nina e falou:

     

      - Hoje você vai ficar de repouso em casa, vou ter que sair para trabalhar, mas sua avó está vindo ficar com você.

     

      - Tudo bem mamãe. – Nina falou.

     

    O dia passou, à noite, ao chegar em casa, a mamãe correu foi direto ao quarto para ver como Nina estava.

     

      - Ela não melhorou muito. – Falou a avó. Tomou os remédios que o pediatra receitou nos horários certos, porém, a febre não quer cessar.

     

                Nina estava dormindo, a mãe tocou no seu rostinho e sentiu que realmente a febre ainda estava muito alta. Ficou preocupada, e não saiu mais de perto da filha, velando seu soninho e rezando muito para que a febre passasse logo.

     

                Enquanto a mamãe estava ao seu lado, ela abriu os olhinhos e falou:

     

    - Canta para mim mamãe!

     

                Nina amava ouvir a mãe cantar para ela, era sua hora do dia favorita, pois todos os dias no caminho para a escola a mamãe cantava lindas canções e ela se sentia muito feliz.

     

      - Canto sim minha filha.

               

    Então ela começou a cantar belas canções que preenchiam o ambiente de alegria, amor e paz. A vó de Nina, ao ouvir a linda canção que vinha de seu quarto, parou o que estava fazendo e ficou na porta para ouvir e se encantar também.

     

                As canções vinham de forma espontânea e a mamãe cantou por muito tempo, foi lindo.

     

      - Mamãe, todo dia a senhora canta para mim, mas hoje foi surpreendente.

     

    - Nossa filha, pensei que você tivesse adormecido, espera, deixe-me ver se a febre cessou...

     

    - Passou sim mamãe, não sinto meu corpo mais quente como antes.

     

    - Que maravilha, passou mesmo!

     

    - Foram suas canções mamãe, elas me curaram.

     

    - Estou tão feliz em te ver bem minha filha querida.

     

    E as duas deram um enorme abraço.

     

                A vovó de Nina observava tudo da porta, emocionada, ela falou para si mesma: - Oração de mãe para um filho tem poder, e quando a mãe reza cantando, as bênçãos vêm em dobro. Feliz do filho que tem uma mãe que reza e canta por ele e para ele.

     

      - Posso entrar neste abraço? – Perguntou a vovó.

     

      - Claro que sim! – As duas falaram.

     

                E depois de tanto carinho, amor, atenção, oração e canção, a febre de Nina foi embora, para bem longe... e que não volte mais, nunca mais!

     

     

    MINÉIA PACHECO

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    15
    MAI

      Não, ela não era uma menina como essas que a gente costuma ver por aí, ela tinha algo especial, ela era especial, pois ela amava todas as cores! Isso mesmo que você ouviu, TODAS AS CORES! Ela até que tentava escolher entre uma ou outra cor preferida, mas era difícil, na verdade era impossível para ela decidir.   - Você tem que decid ...

     

    Não, ela não era uma menina como essas que a gente costuma ver por aí, ela tinha algo especial, ela era especial, pois ela amava todas as cores! Isso mesmo que você ouviu, TODAS AS CORES! Ela até que tentava escolher entre uma ou outra cor preferida, mas era difícil, na verdade era impossível para ela decidir.

     

    - Você tem que decidir Cami, todos têm uma cor preferida, porque só você não quer ter? – Falava sua irmã para ela.

     

    - Sabe Ceci, tem dias que acordo amando a cor rosa, hoje mesmo estou amando essa cor... – Falou Cami.

     

    - Ah, então enfim você tem uma cor preferida?

     

    - Está decidido; minha cor preferida é o rosa.

     

    Ceci, a irmã de Cami, estava feliz; pois, enfim, sua irmã tinha se tornado uma menina “normal” e escolhido uma cor preferida como todas as crianças escolhem.

     

    No outro dia, assim que as irmãs acordaram, Ceci perguntou para Cami;

     

    - Bom dia Cami! O que você vai vestir hoje, de cor rosa, já que é a sua cor preferida?

     

    - Ah Ceci... hoje acordei gostando tanto da cor verde... está decidido, minha cor favorita agora é o verde.

     

    Então Cami passou o dia usando coisas com a cor verde, colorindo com tons de verde, era sua cor favorita, pra sempre!

     

    Será?

     

    Mais uma manhã chegou, e na mesa do café da manhã a mamãe tinha comprado um cereal verde e Ceci falou para Cami;

     

    - Olha Cami, cereal com sua cor favorita.

     

    - Ah Ceci... hoje acordei gostando da cor laranja... está decidido, minha cor favorita agora é a laranja.

     

    Cami correu para seu quarto, abriu seu guarda-roupa e passou o dia com seu lindo vestido laranja, pois laranja agora era sua cor favorita.

     

    Será?

     

    No outro dia, Cami correu para a sala de brincar, pegou folhas e lápis de colorir para fazer uma linda pintura com vários tons da sua cor favorita...

     

    - Cami, o que está fazendo? – Perguntou Ceci.

     

    - Irei fazer um lindo desenho com vários tons da minha cor favorita.

     

    - Mas você pegou vários tons de azul, sua cor favorita não era laranja?

     

    - Ah Ceci... hoje acordei gostando da cor azul... está decidido, minha cor favorita agora é o azul.

     

    E ela fez um desenho tão belo com tons de azul que encantou a todos.

     

    Na manhã seguinte, Cami acordou super feliz, pegou seu vestido arco-íris e saiu desfilando pela casa.

     

    - Cami, não estou entendo, qual é sua cor favorita de hoje? – Perguntou Ceci.

     

    - Ah Ceci... minha cor favorita hoje e para sempre serão todas as cores, como posso escolher apenas uma se tenho um arco-íris de opções?

     

    E ela saiu rodopiando pela casa, feliz, colorida e amando cada dia mais todas as cores!

     

    Cami não era mesmo uma menina como essas que a gente costuma ver por aí, ela era colorida!

     

    MINÉIA PACHECO

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  • 06
    MAR

      Os ovos da galinha Clarita!   Era uma linda manhã de sol, todos os animais da fazenda já haviam acordado e o galo continuava a cantar no telhado da casa. Era, ou melhor, seria uma manhã como outra qualquer se não fosse um pequeno acontecimento inesperado que tinha deixado todos os animais da fazendo impressionados, a galinha Clarita havia colocado ovos color ...

     

    Os ovos da galinha Clarita!

     

    Era uma linda manhã de sol, todos os animais da fazenda já haviam acordado e o galo continuava a cantar no telhado da casa. Era, ou melhor, seria uma manhã como outra qualquer se não fosse um pequeno acontecimento inesperado que tinha deixado todos os animais da fazendo impressionados, a galinha Clarita havia colocado ovos coloridos naquela manhã!!!

     

    - Como assim? Galinhas não colocam ovos coloridos! – Falou a Vaca.

     

    - Isso vai dar confusão, também nunca vi! – Falou o porco.

     

    A galinha Clarita não parava de gritar e de correr de um lado para o outro.

     

    - Cocoricóóó!!! O que aconteceu com meus ovinhos!? Preciso de ajuda, estou doente, coloquei ovos coloridos!!!

     

    E começou a chorar!

     

    Os animais não sabiam o que fazer, como pode uma galinha colocar ovos coloridos?

     

    O galo depois que terminou a cantoria, correu para o galinheiro e procurou saber o que estava acontecendo, depois que os animais comentaram o ocorrido ele ficou confuso e foi procurar ajuda...

     

    - Calma, galinha Clarita, vou sair pela fazenda atrás de algum animal que possa nos explicar o que aconteceu com seus ovos, vamos resolver esse problema. – Ele falou.

     

    - Cocoricóóó!!! Por favor senhor galo, vá logo. Não aguento mais essa aflição!

     

    O galo andou, andou...

     

    Falou com quase todos os animais da fazenda e nenhum conseguia entender ou explicar o que tinha acontecido com os ovos da galinha Clarita.

     

    - Nunca vi algo parecido! – Falou o pato.

     

    - Muito estranho! – Mencionou a Ovelha.

     

    - Ela deve estar doente. -  Se preocupou o gato.

     

    O galo não queria chegar ao galinheiro sem solução para o problema da galinha Clarita.

     

    - E agora, o que eu faço!?

     

    Ele parou um pouco, respirou fundo e ouviu um choro, que vinha de longe...

     

    - Quem será que está chorando? – Ele se perguntou.

     

    O galo seguiu o som do choro, foi seguindo, o som foi ficando mais próximo, até que ele encontrou quem tanto chorava!

     

    - Porque você está chorando pintinho Caio? – Perguntou o galo.

     

    O pintinho teve um susto, olhou para o galo e falou:

     

    - Eu fiz uma coisa muito feia.

     

    - Me conte, posso te ajudar.

     

    - Promete que não vai ficar bravo comigo? – Perguntou o pintinho.

     

    - Depende do que você fez. Vamos, conte logo!

     

    - Essa noite estava sem sono, então fui procurar algo para fazer enquanto todos dormiam no galinheiro, peguei algumas tintas e pintei alguns ovinhos, depois fiquei com tanto sono que esqueci de limpá-los. E agora estão todos preocupados com os ovos coloridos da galinha Clarita e a culpa é toda minha!!! – E começou a chorar.

     

    O galo ficou satisfeito por, enfim, descobrir o mistério dos ovos coloridos da galinha e falou:

     

    - E porque você não falou logo que era pintura e que sai com água? Porque você deixou todos ficarem tão preocupados assim?

     

    - Não sei, tive medo... só fiz correr e chorar!

     

    - Vamos lá, voltar ao galinheiro e explicar tudo bem direitinho para a galinha Clarita, devemos assumir nossos erros e tentar consertá-los.

     

    E assim foram, o galo e o pintinho... Ao chegarem no galinheiro, o pintinho Caio contou tudo como tinha acontecido à galinha Clarita, ela o desculpou, ele limpou todos os ovinhos e prometeu nunca mais brincar, ou desenhar neles.

     

    Tudo voltou ao normal, a galinha estava mais calma e satisfeita com seus lindos ovinhos e o pintinho Caio aprendeu uma grande lição, por mais que possa ser difícil, devemos sempre assumir nossos erros e tentar consertá-los.

     

    AUTORA MINÉIA PACHECO




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    18
    DEZ

      - Olha mamãe, aquela estrela a brilhar no céu, olha como ela brilha diferente das outras. - É verdade filho, que brilho intenso. - Nunca vi uma estrela brilhar assim... - Nem eu filho, que linda! Nando e sua mãe ficaram admirando a linda estrela que brilhava intensamente no céu por muito tempo ainda. Eles queriam muito saber porque aquela estrela brilhava ...

     

    - Olha mamãe, aquela estrela a brilhar no céu, olha como ela brilha diferente das outras.

    - É verdade filho, que brilho intenso.

    - Nunca vi uma estrela brilhar assim...

    - Nem eu filho, que linda!

    Nando e sua mãe ficaram admirando a linda estrela que brilhava intensamente no céu por muito tempo ainda. Eles queriam muito saber porque aquela estrela brilhava de uma forma tão diferente das demais, algo que eles nunca tinham percebido antes.

    Até que depois de um bom tempo a observar, passou uma senhora e falou com eles:

    - Admirados com a estrela?

    - Sim, muito! – Nando respondeu.

    - Ela é a estrela do natal, só aparece uma vez ao ano.

    - Estrela do natal!? – Nando e sua mãe questionaram surpresos.

    - Sim, claro! Toda noite de natal ela aparece lá no céu, para nos avisar que o filho de Deus nasceu no meio de nós.

    - Não, mas isso aconteceu a muito tempo. Não existe mais essa estrela nos dias atuais. – Falou a mãe de Nando.

    - Mas é claro que existe! Todo ano ela está lá, como sempre esteve. Ela vem para nos mostrar que o menino Jesus nasceu no meio de nós e para nunca esquecermos o quanto Ele nos ama!

    - Nossa, não sabia disso! – Falou Nando.

    - Há muito tempo atrás essa mesma estrela guiou os três reis magos para o lugar onde Jesus havia nascido, hoje em dia a estrela do natal vem com o objetivo de nos fazer entender que nunca devemos esquecer de que o renascimento de Jesus acontece todos os anos.

    - Que momento mágico! – Falou a mãe de Nando.

    - É sim, muito mágico! Sintam a magia desta época, apreciem a estrela de natal e nunca esqueçam que ela existe para nos mostrar que todo ano Ele renasce no meio de nós e que a esperança nunca deve deixar de existir em nossos corações.

    - Obrigada senhora por nos ensinar tudo isso e por encher nosso coração de amor e esperança. – Falou Nando.

    - Que a estrela do Natal nunca deixe de brilhar no céu, e principalmente, que ela nunca deixe de brilhar durante todo ano no coração de cada um de nós. Um feliz natal!

    E juntos, os três, se abraçaram, olharam a estrela a brilhar no céu e agradeceram imensamente por ela renovar todo ano a esperança com o renascimento de Jesus!

     

     

    Autora Minéia Pacheco.

     




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    16
    OUT

    O dia estava lindo, céu azul, clima agradável, tudo perfeito para ser a melhor partida de futebol dos últimos tempos. Bruno, João e Pedro já estavam no campo, treinando, se aquecendo, aquele seria um grande dia. - Será que hoje conseguimos ganhar da equipe adversária? – Perguntou Bruno. - Espero que sim, foram 3 derrotas seguidas com essa ...

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    O dia estava lindo, céu azul, clima agradável, tudo perfeito para ser a melhor partida de futebol dos últimos tempos.
     
    Bruno, João e Pedro já estavam no campo, treinando, se aquecendo, aquele seria um grande dia.
     
    - Será que hoje conseguimos ganhar da equipe adversária? – Perguntou Bruno.
     
    - Espero que sim, foram 3 derrotas seguidas com essa equipe, não vou aguentar mais uma. – Falou Pedro.
     
    - Calma amigos, vamos dar nosso melhor, praticamos bastante, o importante é competir. – Falou João.
     
    - Ah! não aguento mais essa sua conversinha de “o importante é competir” João. Eu quero ganhar, cansei de perder para essa equipe. – Falou Bruno.
     
    - Eu também Bruno, hoje quero ganhar! – Falou Pedro bem eufórico.
     
    - Então amigos, vamos parar de conversinhas e nos aquecer, a outra equipe já esta chegando. – Falou João.
     
    Os amigos começaram a correr pelo campo se aquecendo, mantendo o foco e a concentração, logo o jogo iria começar e tinha tudo para ser um jogaço.
     
    Os pais estavam nas arquibancadas gritando e encorajando a equipe, faltavam poucos minutos para o juiz apitar o início da partida.
     
    - É agora ou nunca! – Falou Bruno.
     
    - Foco e concentração equipe! – Gritou Pedro.
     
    - Que seja um jogo inesquecível. – Falou João.
     
    O juiz enfim apitou e o jogo começou...
     
    Um passe aqui, um drible ali, João toca para Pedro que toca para Bruno, mas antes de Bruno alcançar a bola, o jogador da equipe adversária consegue pegá-la, toca rapidamente para seu colega de equipe e em um chute certeiro faz o primeiro gol do jogo.
     
    Bruno e Pedro ficam inconsoláveis.
     
    - Não acredito que vamos perder novamente! – Eles falavam.
     
    - Calma amigos, o fogo apenas começou, não vamos perder o foco e a determinação, ainda podemos ganhar esse jogo!! – Encoraja João.
     
    O jogo recomeça...
     
    Os pais nas arquibancadas não param de gritar!
     
    O jogo está a mil...
     
    Fim do primeiro tempo, o jogo continua 1x0 para a equipe adversária.
     
    - Vamos lá pessoal, vamos dar nosso melhor neste segundo tempo, nós vamos ganhar esse jogo! – Fala João.
     
    - Vamos sim! – diz Pedro.
     
    - É agora ou nunca! – Fala Bruno entusiasmado.
     
    Começa o segundo tempo... Os garotos estão eufóricos!
     
    João dá um drible espetacular, passa a bola para Bruno que vê Pedro próximo ao gol e toca a bola para ele, Pedro desvia do adversário e dá um chute com toda sua força e a bola vai parar na rede da equipe adversária, um golaço!
     
    Os pais gritam eufóricos:
     
    - Goooooooooooooolll!!
     
    A adrenalina da equipe vai a mil, que jogo!
     
    - Vamos pessoal, concentração, foco, o jogo ainda não acabou. – Lembra João.
     
    A bola volta a rolar no gramado, a equipe adversária tem mais tempo com a bola, Pedro e Bruno começam a ficar nervosos e perder a concentração no jogo.
     
    - Gente, não vai adiantar nada ficarmos nervosos assim, vamos jogar e dar o nosso melhor. – Reclamou João.
     
    Pela primeira vez Bruno e Pedro concordam com João, e começam a fazer o que fazem de melhor, jogar bola muito bem.
     
    Quase acabando o jogo, nos minutos finais do segundo tempo, João, Pedro e Bruno já estavam conformados com o empate, mas continuam a jogar brilhantemente, até que Pedro recebe uma bola perfeita, passa para João e ele passa para Bruno que faz um drible espetacular, algo inimaginável e termina a jogada com um golaço, um gol incrivelmente perfeito e faz a equipe se tornar campeã!
     
    A arquibancada vai a loucura, os pais estão eufóricos, o juiz apita o fim do jogo.
     
     João, Pedro e Bruno estão radiantes de felicidade, rindo, pulando, se abraçando, não acreditando que enfim ganharam um jogo com a equipe adversária, foram três jogos seguidos perdendo para conseguir a tão sonhada vitória, e nos minutos finais do segundo tempo, realmente foi um jogaço!
     
    - Com concentração, foco e determinação no final tudo dá certo. – Falou João.
     
    - Verdade amigo, seus incentivos foram fundamentais para nossa vitória. – Falou Pedro.
     
    - Seus incentivos e também meu golaço nos minutos finais do segundo tempo. - Brincou Bruno.
     
    E juntos os amigos riram muito, estavam felizes e isso ninguém podia tirar deles.
     
    Que jogo!
     
     

    Minéia Pacheco
     
     
     



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